
ROSANE KAMINSKI
& PAULO REIS
ARTES VISUAIS E OUTRAS LINGUAGENS
Disciplina Optativa do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Estadual do Paraná - PPGAV/UNESPAR - e do Programa de Pós-Graduação em Cinema e Artes do Vídeo da Universidade Estadual do Paraná - CINEAV/UNESPAR
EMENTA E PROGRAMA
Confira abaixo
EMENTA
Investigação e análise de relações entre artes visuais e outras formas artísticas em seus aspectos estéticos, históricos e teóricos.
PROGRAMA
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MARÇO
19 – Apresentação dos professores e da proposta da disciplina.
Leitura do texto:
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KEUKEN, Johan van der. A violência do olhar. In: LABAKI, Amir (org.). A verdade de cada um. São Paulo: Cosac Naify, 2015, p. 154-160. [p.151-155 do PDF].
26 – Introdução e problematização das diferentes narrativas sobre as artes visuais: história, crítica e teoria da arte. Formação de um campo profissional e articulações entre linguagens.
Leituras obrigatórias:
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AUMONT, Jacques. O olho interminável [cinema e pintura]. São Paulo: Cosac & Naify, 2004, p. 79-108.
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DIDI-HUBERMAN. A arte morre, a arte renasce: a história recomeça (de Vasari a Winckelmann). In: A imagem sobrevivente: história da arte e tempo dos fantasmas segundo Aby Warburg. Rio de Janeiro: Contraponto, 2013, p. 13-24.
Leituras de apoio:
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BELTING, Hans. Fim da história da arte. São Paulo: Cosac Naify, 2006, p. 11-50 e p. 215-221.
ABRIL
02 – O cinema como crítica de arte e sua participação no debate sobre a violência.
Leituras indicadas:
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KAMINSKI, Rosane. Possibilidades do visível e obscuridade da violência: o caso do filme Cildo Meireles (Wilson Coutinho, 1979) In: FREITAS, A.; REIS, P.; HONESKO, V. Políticas do sensível: arte e urgência. São Paulo: Intermeios, 2023, p. 127-149.
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MALDONADO-TORRES, Nelson. El arte como territorio de re-existencia. Una aproximación decolonial. Iberoamérica Social: revista-red de estudios sociales, n. VIII, p. 26-28, 2017.
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OSÓRIO, Luiz Camilo. Razões da crítica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005.
09 – VI Jornada da AMENA – Anfiteatro 100, Campus Reitoria da UFPR.
16 – Potências estéticas e políticas das artes: a) Formas da violência no cinema brasileiro moderno. b) presença do cinema em exposições de arte contemporânea.
Leituras obrigatórias:
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KAMINSKI, Rosane. Formas da violência no cinema brasileiro moderno. In: GRUNER, C.; KAMINSKI, R. História e imagem: representações de traumas. Jundiaí-SP: Paco Editorial, 2024c, v.1, p. 331-363.
Material complementar: https://36.bienal.org.br/
30 – Artes visuais e mídias impressas: a) publicações de artistas; b) arte e violência midiática.
Leituras indicadas:
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KAMINSKI, Rosane. Arte e imprensa: cenas da violência no Brasil. In: KAMINSKI, R.; HONESKO, V.; SEREZA, L. (Orgs.). Artes & Violências. São Paulo: Intermeios, 2020.
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KAMINSKI, Rosane. Os curtas-metragens de Paulo Sacramento e o debate sobre a violência no Brasil dos anos 1990. Antíteses, [S. l.], v. 12, n. 23, p. 698–727, 2019.
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REIS, Paulo R. O. Arranjos e circuitos. In: NÚMERO 4. Os lugares (e o trânsito) da arte. Centro Universitário Maria Antônia, USP, 2004.
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REIS, Paulo R. O. A cidade que se observa. Recibo: 10 (n.5). Florianópolis, SC, 2007, p. 8-9.
MAIO
07 – Fabulações críticas: combate à violência no Brasil por meio das artes visuais e do cinema (apresentação e discussões a partir de projeto de pesquisa CNPq): a) Filme-manifesto pela demarcação de terras indígenas: potências e limites estético-políticos; b) Filmes feitos por indígenas e Arte Indígena Contemporânea; c) Curtas contemporâneos.
Leituras obrigatórias:
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ARAÚJO, Juliano José de. A realização de documentários por comunidades indígenas: notas sobre o projeto Vídeo nas Aldeias. Intexto, Porto Alegre, n. 26, p. 151–169, 2012.
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FREITAS, Kênia. Fabulações críticas em curta-metragens negros brasileiros. Multiplot!, 14 mar. 2019.
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KAMINSKI, Rosane. Povo da lua, povo de sangue (1983) e a “tragédia Yanomami”. Palíndromo, v.16, n.39, p.1 - 27, 2024.
14 – Exposições, museu e rua.
Leituras indicadas:
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AZOULAY, Ariella Aïsha. Arte que destrói o mundo comum. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 15, p. 46-55, dez. 2021.
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REIS, Paulo. O corpo na cidade: performance em Curitiba. Curitiba: Ideorama, 2010.
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_____. Por uma cidade sensível. In: FREITAS, A.; REIS, P.; HONESKO, V. Políticas do sensível: arte e urgência. São Paulo: Intermeios, 2023, p. 151-169.
21 – Relações entre arte, vídeo e espaço urbano: ações artísticas e monumentos.
Leituras indicadas:
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NAPOLITANO, M.; KAMINSKI, R. Monumentos, memória e violência. SP: Letra e Voz, 2022. p. 7-16.
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REIS, Paulo. “Projeto Gilda”: o pulso da cidade. In: KAMINSKI, R.; HONESKO, V.; SEREZA, L. (Orgs.). Artes & Violências. São Paulo: Intermeios, 2020.
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_____. & ARCHER, R. B. (2022). Memórias que Inflamam: Práticas Transmonumentais no Espaço Urbano. Cordis: Revista Eletrônica De História Social Da Cidade, (27), 145–170.
28 – IV CINEMAGEM – CINEAV/Unespar – Sede Boqueirão.
JUNHO
11 – Seminários dos alunos [mesas 1, 2 e 3].
18 – Seminários dos alunos [mesas 4, 5 e 6].
25 – Seminários dos alunos [mesas 7 e 8] e encerramento da disciplina.
FORMAS DE AVALIAÇÃO
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Participação efetiva nos debates em sala de aula – 2 pontos.
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Comunicações orais nos seminários dos alunos (em duplas) – 3 pontos.
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Entrega do texto revisado após seminários (em duplas) – 5 pontos.
