agenda 2025
2025
Confira abaixo a memória da programação do NAVIS em 2025

Lançamento do livro As Balas Zéquinha e a Curitiba de outrora
04 de abril
19h00
Lançamento do livro: SANTANA, Camila Jansen. As Balas Zéquinha e a Curitiba de outrora. Curitiba: Máquina de Escrever, 2024.
Sessão de autógrafos com a autora.
Local: Local: Anfi 600, 6º andar, Ed. D. Pedro I, Reitoria, UFPR, Curitiba.
SOBRE O LIVRO
Zéquinha é seu anfitrião neste livro, que percorre todas as 200 ilustrações da coleção de embalagens das balas homônimas, comercializadas pela empresa A Brandina, de propriedade dos Irmãos Sobania, entre 1929-1948. No percurso das páginas, uma Curitiba que tinha seu cotidiano transformado pelo incremento de novas técnicas e tecnologias, é apresentada através das ilustrações de Zéquinha, e desvendada com o auxílio de diferentes charges, músicas, reportagens do período. Os processos de modernização e urbanização vivenciados em Curitiba e em outras diversas cidades do Brasil e do mundo, foram analisados respeitando-se temas presentes nos invólucros de Zéquinha. Desta forma, ao acompanhar a gênese do personagem e seu suporte, investigamos o universo de criação e circulação de imagens na década de 1920. E ao analisar cada uma das duas centenas de ilustrações das Balas Zéquinha, colocadas em diálogo com outras fontes do período, revelamos os impactos dessas transformações urbanísticas e modernas no cotidiano, mundo do trabalho, violência, lazer e sociabilidades da população curitibana. Prepare seu café, acomode-se em sua poltrona e desembrulhe suas balas favoritas, pois a cada página virada Zéquinha lhe permitirá espiar e rememorar uma Curitiba de outrora através de suas variadas figurinhas.
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A experiência fotográfica na trajetória do escultor João Turin
08 de maio
19h00
Palestra com Larissa Busnardo
Local: Auditório Antonio Melillo, Bloco 1, Campus Curitiba II, FAP, Universidade Estadual do Paraná, Rua dos Funcionários, n. 1357, Cabral, Curitiba.
Texto de referência: BUSNARDO, Larissa. Ao luminar do bronze: a experiência fotográfica na trajetória do escultor João Turin. Tese (Doutorado em História), UFPR, Curitiba, 2023.
Confira o cartaz do evento
Ser visto é estar morto: Miguel Bakun (1909-1963)
09 de maio
17h30
Lançamento do livro de Katiucya Perigo Ser Visto é Estar Morto: Miguel Bakun (1909-1963)
Local: Laborátório de Exposição/Sala Leonor Botteri, Universidade Estadual do Paraná, Campus Curitiba I, Sede Tiradentes.
Confira o cartaz do evento
Memória intergeracional: ditaduras, documentário, subjetividade
12 de junho
19h00
Lançamento do Livro "Memória intergeracional: ditaduras, documentário, subjetividade", de autoria do professor Fernando Seliprandy (UFPR)
Local: Campus Reitoria da UFPR — Edifício D. Pedro I, sala 613, 6º andar. Rua General Carneiro, 460, Centro, Curitiba.
Promoção: NAVIS – Núcleo de Artes Visuais e AMENA – Arte, Memória e Narrativa, em parceria com A Quadro.
Confira o cartaz do evento
ST Arte e Partilha do Sensível
13-18 de julho
Simpósio Temático n. 21 "Arte e Partilha do Sensível" no 33º Simpósio Nacional de História - ANPUH, Belo Horizonte.
Coordenadores:
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Artur Freitas (UNESPAR)
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Everton Oliveira (UFES)
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Rosane Kaminski (UFPR)
APRESENTAÇÃO
Este Simpósio aborda as relações políticas entre arte e cultura nos séculos XX e XXI. Seja como prática voltada à restauração de laços sociais, seja como testemunho crítico de catástrofes irreversíveis, as operações de arte são aqui pensadas como indícios das tensões entre o estético e o ético no mundo contemporâneo (Rancière, 2023). É somente com o descentramento do sujeito moderno que a história se abrirá a novos agentes e agendas, com os quais encenará uma virada não apenas artística, mas epistêmica (Mignolo, 2019). A proposta é discutir o que cabe à produção de arte em tempos fraturados, marcados pela hiperconsciência histórica das utopias irresolvidas. Para tanto, partimos de uma noção ampla de “arte”, que envolve as mais diversas linguagens, pressupondo que há na arte não apenas deleite ou entretenimento, mas sobretudo embate em relação às regras da cultura, com ênfase na chamada “cultura do trauma” (Schøllhammer, 2013; Foster, 2014). Na prática, estamos abertos a pesquisas situadas na interseção entre história cultural e história das artes, com temas como: ficção e imaginário político; representação e trauma histórico; identidades e processos de decolonialidade; imagem e sensibilidade; mídias, memória e patrimônio; arte e documento; teoria e crítica das artes..
Confira o cartaz do evento
Sessão 01 - 14/07 (14:00 às 18:00)
Artur Correia de Freitas (Universidade Estadual do Paraná)
Dissenso político e tragédia social em Batalha de Orgreave (Jeremy Deller, 2001)
Frederico Franco
Artur Barrio: entre a repulsa e a abjeção
Barbara Mangueira do Nascimento (Universidade de Brasília)
Antoni Tàpies: pintura, arte moderna e políticas de imagem na Ditadura Franquista
Luiz Carlos Sereza (Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto)
Traços de uma trama, a obra de Jesse Krimes entre murais, política e “estética carceral”
Luiza Possamai Kons (Bolsista)
Angústia e solidariedade: Análise de três fotografias presentes na série “Hospital infanto-juvenil” (1986-1988) de Adriana Lestido
Fabricio Vaz Nunes (Universidade Estadual do Paraná)
A imagem e o fantástico em "El año de la rata", de Mariana Enríquez e Jorge Alderete
Lucas Fier
Três aspectos da fotomontagem de Athos Bulcão: O cômico, o político e o onírico
Rachel Cecília de Oliveira (UFMG)
O olho é o órgão de uma tradição visual
Milena Fransolino
Ronaldo Brito e o Jornal Opinião (RJ): Os espaços ocupados pela crítica de arte brasileira no início dos anos 1970
Sessão 02 - 15/07 (14:00 às 17:30)
Everton de Oliveira Moraes (Universidade Federal do Espírito Santo)
Políticas do tempo na curadoria de Dja Guata Porã (2017)
Jhon Erik Voese (UFPR)
Arte Amazonas (1992) - Uma expedição artística
Tiago Machado de Jesus (Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP)
A Partilha do Espetáculo? A arte exposta na Documenta11 e na 25ª Bienal de São Paulo
Simone Landal (UTFPR)
X Mostra da Gravura Cidade de Curitiba: uma exposição de arte e um projeto de modernidade
Reginaldo Cerqueira Sousa (UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ)
Arte, memória e história: uma exposição de arte na Amazônia Oriental
Liz Andréa Dalfré (UNB)
Ressignificações da memória: a experiência do Taller de História Oral Andina
Jeanne Drielle Santos Bezerra
Poéticas e reivindicações têxteis: a exposição Aó episodios textiles de las artes visuales en el Paraguay
Débora Mendes Bregue Daniel (UDESC)
Passados presentes nas memórias de um artista: conexões entre arte, história oral e história do tempo presente
Guilherme Susin Sirtoli (Universidade Federal de Pelotas)
Experimentalismo e Sensibilização Coletiva: práticas poético-educativas no Instituto de Letras e Artes da Universidade Federal de Pelotas entre as décadas de 1970 e 1980
Sessão 03 - 16/07 (14:00 às 17:30)
Raquel Caixeta Marra (Unicamp)
Reconfigurações visuais: A arte como arquivo de memórias negadas
Elisangela Martins (UFRR)
Reflexões sobre a arte e a política de UÝRA Sodoma na exposição “Aqui estamos”: fraturas na partilha do sensível.
Indiara Launa Teodoro da Silva Lima (UFRPE)
No rastro dos artivismos feministas decoloniais: poéticas-políticas e lugares de aprendizagem do/no sensível
Letícia Asfora Falabella Leme (UNICAMP)
Arte feminina e identidade feminina em disputa no Brasil moderno: o modelo francês
Cintia Lima Crescêncio (Universidade Federal do ABC)
Onde estão as artistas mulheres na historiografia do humor gráfico no Brasil? Um balanço a partir da crítica feminista e de gênero (1960-2020)
Ivan Araújo Lima (SEED Paraná)
Um herói pionero e cimarrón: Cecilín e a questão racial nas histórias infantis cubanas (1980-2002)
Agatha Virginia Souza Oliveira Batista (UNILA)
Memórias afrodiaspóricas presentes nas artes de Dalton Paula: Retratos Brasileiros e o MASP (2018-2022)
Hector Rolando Guerra Hernandez (Universidade Federal do Parana)
Confrontando a “narrativa do mestre” na história oficial dos direitos civis nos Estados Unidos
Sessão 04 - 18/07 (14:00 às 17:30)
Rosane Kaminski (UFPR)
A representação do algoz no filme A Rebelião dos Animais (Nelson Leirner, 1975)
Flavio Rogerio Rocha (UFPR)
CIRCUITOS SUPER8: ciclos regionais, espaço de formação; e o surgimento e consolidação dos festivais Super8 no Brasil da década de 1970
Vinícius José Franqueto (UFPR)
Fotografias da juventude: notas sobre as imagens de angústia em Vozes do Medo (Roberto Santos, 1972-1974)
Ana Paula Bertoncello Fontes (UFPR)
“Senhores juízes: Nunca mais!” A representação do processo penal contra a Junta Militar em Argentina, 1985 (2022)
Douglas Gasparin Arruda (Madre Cecília Cros)
Esquizoanálise fílmica: experiências teórico-metodológicas em Cinema-História
Osvaldo Bruno Meca Santos da Silva (UFPR)
“Eles são exigentes e não se concentram apenas na tela”: imagens da Móveis CIMO S.A. na revista O Exibidor (1950-1960)
Matheus Pacheco Perbiche (Universidade Federal do Paraná)
Entre a violência policial e a boemia: representações imagéticas na imprensa nanica curitibana (1974-1983)
Fabiane de Cezaro
Entre Palco e Moralidade: a seção de teatro da revista Vida Policial (RJ, 1925-1927)
Manuel Guerrero (Universidade Peruana de Ciências Aplicadas)
Dramaturgia e tortura: teatralizações da relação torturador-torturado em peças latino-americanas “Pedro y el capitán” (1979), do uruguaio Mario Benedetti (1920-2009), y “Entre ratas y gorriones” (1983), do chileno-peruano Sergio Arrau (1928-2017)
V Simpósio de História e Arte - "Passados por Vir: Poéticas Insurgentes"
20-22 de agosto
"Passados por vir: poéticas insurgentes"
V Simpósio de História e Arte
11-13 de junho de 2025
Organizadores:
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Artur Freitas
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Rosane Kaminski
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Vinícius Honesko
Promoção: NAVIS, AMENA/PPGHIS/UFPR, PPGAV/UNESPAR
APRESENTAÇÃO
Com o tema geral "Passados Por Vir: Poéticas Insurgentes", o V Simpósio de História e Arte abordará a relação entre arte, memória e fabulações insurgentes. O eixo das conferências, mesas e debates consistirá em discutir o que cabe à produção artística em tempos fraturados, marcados pela hiperconsciência histórica das utopias irresolvidas. Seja como prática voltada à restauração de laços sociais, seja como testemunho crítico de catástrofes irreversíveis, as operações de arte serão aqui pensadas como indícios das tensões entre o estético e o ético no mundo contemporâneo. É somente com o descentramento histórico do sujeito moderno que o tempo presente se abrirá a novos agentes e agendas, com os quais encenará uma virada não apenas artística, mas epistêmica. Para abordar essas questões, a programação do Simpósio prevê a realização de duas conferências (abertura e encerramento do evento) e três mesas temáticas.
Inscrições e programação completa em breve!
Lançamento do livro Figurações Sensíveis
13 de novembro
19h00
Os grupos de pesquisa NAVIS, EIKOS e AMENA convidam para o lançamento do livro "Figurações sensíveis no cinema e na fotografia", organizado por Pedro Faissol, Rafael Tassi e Rosane Kaminski.
O quê? Lançamento do livro "Figurações sensíveis no cinema e na fotografia", organizado por Pedro Faissol. Rafael Tassi e Rosane Kaminski (seguido de sessão de autógrafos)
Quando? dia 13/11/25 às 19 horas
Onde? Sala Carlos Antunes - UFPR (Campus Reitoria; Rua General Carneiro, 460, 6º andar - Departamento de História)
Confira o cartaz do evento
Imagens de artistas encarcerados: experiências contemporâneas
26 de novembro
19h00
Os grupos de pesquisa NAVIS e AMENA convidam:
O quê? Leitura pública da finalização estágio pós doutoral: “Imagens de artistas encarcerados – experiências contemporâneas” por Luiz Carlos Sereza.
Quando? dia 26/11/25 às 19 horas.
Onde? Sala Carlos Antunes - UFPR, Campus Reitoria, Rua General Carneiro, 460, 6º andar - Departamento de História.
Confira o cartaz do evento
O QUE HOUVE
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